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NÃO ABANDONAREI A IGREJA DE CRISTO, MAS FICAREI MUITO TRISTE SE...
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• Os cristãos ortodoxos demais não colocarem no mesmo nível os pecados sexuais e os pecados sociais. • Os cristãos fundamentalistas demais aprovarem a guerra e condenarem a guerrilha. • Os cristãos pentecostais demais não colocarem no mesmo nível de importância os dons do Espírito e o fruto do Espírito. • Os cristãos ecumênicos demais chamarem de irmãos na fé aqueles que colocam Jesus no mesmo nível de Buda e Maomé. • Os cristãos liberais demais disserem que Jesus é só Filho do homem e não Filho do homem e Filho de Deus ao mesmo tempo. • Os cristãos reformados demais não enfatizarem tanto a eleição como a Grande Comissão. • Os cristãos espirituais demais derem um espaço muito grande para a oração e um espaço muito pequeno para a ação. • Os cristãos hipócritas demais continuarem a limpar o exterior do copo e não o interior primeiro e o exterior depois. • Os cristãos esbravejadores demais falarem muito da condenação e pouco da salvação, muito do pecado e quase nada do perdão. • Os cristãos diplomatas demais falarem muito da salvação e pouco da condenação, muito do perdão e pouco do pecado. • Os cristãos acadêmicos demais desprezarem o pietismo e os cristãos pietistas demais desprezarem a teologia. • Os cristãos avivados demais promoverem avivamentos à base de louvorzões, ajuntamentos enormes, passeatas, shows gospel, milagre de cura e enriquecimento, muito barulho e sem contrição, sem confissão de pecado, sem santidade, sem Bíblia, sem paixão pelas almas, sem unidade e sem apego cada vez maior a Jesus Cristo.
Elben M. Lenz César
Querido irmão este artigo foi extraído para que eu e você possamos perceber os riscos que corremos sempre que estamos em um ou outro extremo. Não precisamos dos extremos. O único extremo que precisamos ocupar é aquele que aponta para o lado de Jesus, pois somente com Ele saberemos como nos posicionar em relação a todas as coisas. Continuamos desejando a todos os amados irmãos um excelente ano de 2008, com muita firmeza e fidelidade ao Senhor. Com amor, Pr. Carlos Henrique.
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